O primeiro filme a gente não esquece – Final


Sendo este o último posta da série, tenho algumas considerações a fazer sobre as fotos.

Por ter sido o primeiro filme, achei que até tive resultados legais. Não foi nada muito “ohhh :O”, mas deu pra começar a entender como é que funciona a brincadeira. Agora o desafio é tentar entender o tempo da câmera e tentar criar algumas composições mais significativas.

Acho que tudo é uma questão de experiência…e todas as experiências que eu tenho vivido ao lado das minhas câmeras têm sido bastante especiais. Não lembrava o quão legal é revelar um filme e ver as fotos que saíram de um passeio oou de uma tarde com a família.

É um experiência que eu recomendo. As câmeras digitais fazem a gente “banalizar” a fotografia, de vez em quando. Se tira 1000 fotos e as vezes se escolhe uma, ou nenhuma. Quando você revela um filme, você pode ter até 36 possibilidades, mas você não sabe direito o que vai acontecer, mas você sabe que vai pensar muito mais antes de apertar o botão. E depois, a maioria das suas fotos vai fazer algum sentido…nem que seja só para você.

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